terça-feira, 30 de março de 2010

Entardecer

















Entardecer

Quanta harmonia acontece
Ao anoitecer nesse sítio.
Um bando de araras
Surge no céu azul
Um par de tucanos
Faz algazarra ao retornarem
Ao alto do buriti
Leito macio e naturalmente protetor.
Insetos aos milhares vão se aconchegando nas folhas.
O quase silencio é quebrado pelo barulho das águas mansas do rego.
Flores de todas as cores
Perfumam o ar.
Quase tudo já dorme,
Até mesmo a luz do sol.
Três gansos remam sobre as água
Represada.
Combinam com a longa noite que está por vir,
São andarilhos da mesma!
Como é gentil o cair da noite.
Os pirilampos chegam atrasados formando focos de luz.
A paz aqui não se acaba...

Escrevi este poema na fazenda Paraíso, de meus amigos Cléria e Juarez. O lugar é divino. O entardecer lá é idêntico ao que retratei em,"Entardecer".

Maria Teresa Oliveira Melo Cambronio

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